quinta-feira, 12 de março de 2020

O ensino de libras


O ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na escola, além de ser uma educação inclusiva, é responsável pela formação de alunos surdos no país, criando novas possibilidades para essas crianças. 
No entanto, embora a inclusão social e acessibilidade sejam assuntos pautados na atualidade, nota-se que a comunidade surda enfrenta muitas dificuldades no que diz respeito a comunicação e educação. 
A tarefa de escrever sobre a história dos movimentos dos Surdos e dos intérpretes de LIBRAS de um lado, e o reconhecimento da LIBRAS (Lei n° 10.436 de 24 de abril de 2002), de outro, é muito difícil e complexa.  Essa tarefa deve refletir um pouco da sociedade brasileira  como  um  todo  e  como  os movimentos  sociais   e   políticos   emergiram   das   organizações   dos   Surdos.  Em igual complexidade, destacamos os movimentos dos intérpretes de LIBRAS, paralelamente ao movimento dos Surdos, em prol do reconhecimento da LIBRAS.
A inserção da Língua Brasileira de Sinais (Libras), como disciplina nos cursos de formação de professores, de acordo com o Decreto Federal 5.626/05, é uma conquista para a comunidade surda.








REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Monteiro, M. S. História dos movimentos dos surdos e o reconhecimento da Libras no BrasilETD - Educação Temática Digital7(2), 292-305. 2008.


quinta-feira, 30 de maio de 2019

O leite que sai do sapo cega?



Quem nunca escutou esse tipo de afirmação sobre os sapos, coisa como “menino não mexe no sapo que ele vai já jogar veneno em ti”. Em parte, isso é verdade, o sapo realmente libera uma substância de seu corpo, mas vamos já compreender como essa característica funciona.
Os sapos são geralmente espécies da família dos bufonídeos (Família Bufonidae). Visualmente, podemos distinguir o sapo dos outros anuros analisando sua pele. A pele desses animais é mais seca e rugosa, o que os difere das pererecas e rãs, as quais apresentam pele mais lisa e úmida.
Além disso, os sapos, em geral, são mais volumosos e possuem patas curtas que impedem saltos a grandes distâncias. Eles ainda apresentam glândulas paratoides, onde é produzido veneno. Esses animais são encontrados em áreas mais secas, procurando ambientes aquáticos apenas no momento da reprodução. O sapo mais comum no Brasil é o famoso sapo-cururu.
Depois dessa primeira análise sobre os sapos, vamos as correções biológicas né. Para começar, não é leite que sai do sapo pois os mesmos não são vacas né, o motivos para este dito popular é porque muitos sapos possuem na parte lateral da cabeça duas glândulas chamadas parótidas (ou parotóides) já mencionadas mais acima, que produzem uma secreção de aspecto leitoso. Essa substância serve para que os sapos se defendam dos seus predadores.
Essa característica não é preocupante por que jorrar essa secreção em você, pois eles por si próprios não são capazes de liberar a substância e utilizá-la como arma de ataque. Ela só é expelida através dos poros se a glândula for pressionada, como no caso da mordida de um predador. Caso um animal, como exemplo um cachorro venha a morder um sapo, o sapo através das parótidas irá liberar a substância e as toxinas presentes na mesma (bufotoxinas) contêm aminas vasoativas, como adrenalina, noradrenalina e serotonina. Tais substâncias são vasoconstritores potentes aumentando a resistência vascular periférica, resultando em aumento da pressão arterial. Outro efeito tóxico das bufotoxinas também afetando o sistema cardiovascular, é a hipercalemia, comum em cães intoxicados por essas toxinas. Os sinais clínicos incluem hipersalivação, mucosas hiperêmicas, apatia, vômitos, ansiedade, cegueira, taquipnéia e dor abdominal. Os animais podem apresentar sinais nervoso, incluindo convulsões, ataxia, nistagmo, opistótomo, estupor e coma (ROBERTS et al., 2000). A morte destes cães está relacionada ao efeito cardiotóxico do veneno levando à morte por fibrilação ventricular (OSWEILER, 1995; SAKATE & OLIVEIRA, 2000). A manifestação dos sinais clínicos se dá rapidamente após a intoxicação, sendo que a morte pode ocorrer 15 minutos após o aparecimento dos sinais clínicos (SAKATE & OLIVEIRA, 2001).
Apesar de toda essa crença, os sapos são ótimos para o nosso ambiente por serem extremamente sensíveis ao equilíbrio bioquímico das águas são ótimos indicadores ambientais. Sem falar que os mesmos também ajudam no controle de pragas.
Pelo fato dos sapos produzirem substâncias químicas que já comentamos na pele que os protegem contra bactérias e fungos, existe menos chance de adquirir uma doença quando tocamos em um sapo, do que quando tocamos em cães ou gatos, por exemplo e essas substâncias podem ser usadas como analgésicos, cicatrizantes e fungicidas em uma variedade grande de doenças humanas - portanto, sapos são um laboratório vivo que a natureza nos dá. E o laboratório precisa ser preservado, é claro.


REFERÊNCIAS

LOPES, R. R. F. B.; QUESSADA, A. M.; BORGES, T. B. INTOXICAÇÃO POR TOXINA DE SAPO EM UM CÃO - RELATO DE CASO. Enciclopédia biosfera, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.10, n.19; p. 2014.

SONNE, L. et al . INTOXICAÇÃO POR VENENO DE SAPO EM UM CANINO. Cienc. Rural,  Santa Maria ,  v. 38, n. 6, p. 1787-1789,  Sept.  2008 



quinta-feira, 16 de maio de 2019

Aula sobre bactérias - 7º ano



O 7º ano foi uma das turmas mais tranquilas para dar aula, pois apesar de terem uma diferença muito pequena com os alunos do 6º ano, senti neles um pouco mais de concentração e dessa forma conseguiram captar o principio da aula que foi ministrada. No 7º ano eu levei para eles uma aula sobre bactérias onde podíamos ver características, fotos mostrando os formatos que uma bactéria pode ter, debatemos sobre as doenças que uma bactéria pode causar como também eles foram estimulados a pensar se so existiam bactérias maléficas ao nosso organismo. A aula fluiu muito bem. Ao final eles foram para realização de exercícios que corrigimos posteriormente. Para casa no intuito de estimular o estudo deles sobre as bactérias, eles tiveram que pesquisar 5 doenças causadas por bactérias e levar na aula seguinte onde o professor orientador técnico iria ver como poderia bonifica-los com alguma pontuação. Foi uma aula muito legal!
#EstagioSupervisionado
#Bacterias
#EnsinoFundamentalII

Palestra sobre Gravidez na Adolescência - 8º ano



Gravidez na adolescência é um tema que nunca sai de “moda” pois é uma problemática que ainda atinge boa parte dos adolescentes principalmente os que de baixa renda. A escola que eu e o meu companheiro de estágio João Salmito estamos estagiando nos solicitou essa temática exatamente por que a escola já teve vários casos de alunas grávidas. Diante disso, preparamos uma palestra sobre o tema que foi muito bem recepcionada pelos alunos que puderam ver vídeos e debater sobre o tema e tirar dúvidas que por ventura tinham e não tinha para quem perguntar sem ser censurados. Levamos a mesma palestra para o 9º ano, mas infelizmente devido um evento promovido pela prefeitura na escola, adiamos para essa semana. Para a turma do 8º ano, só temos que dá os parabéns pelo interesse e participação nos nossos eventos. Viva a ciência humana e viva ao estágio supervisionado.

#GravidezNaAdolescencia
#EstagioSupervisionado

1º dia de regência no estágio - 8º ano


O estágio supervisionado era uma das disciplinas que eu estava bem curiosa para fazê-la, fiquei um pouco chateada por que como já ensino para turmas do fundamental 2, não concordava em ter que cumprir todas as horas da regência, nem mesmo os 50% de regência que exigiram de mim. Quando chego na escola onde fui lotada para realizar meu estágio, fiquei um pouco receosa pois era uma vivência totalmente diferente da vivência da instituição particular que leciono. Quando cheguei ao 8º ano, cheguei meio que preocupada, mas a turma foi tão receptiva que logo me acostumei a eles e eles a mim e a aula de sistema cardiovascular fluiu de uma maneira tão simples que as horas passaram e nem nos demos conta. O olhar deles para a aula audiovisual que eu levei foi legal que valeu a pena ter dormido tarde preparando. Foram totalmente participativos tanto que foi na turma deles que também ministrei minha palestra para eles.

#SistemaCardiovascular
#EstagioSupervisionado

Prática de solos - Montagem do Vulcão - 6º ano


O 6º ano de qualquer escola é conhecido como uma das turmas mais complicadas de dar aula por ser crianças mais inquietas e "elétricas". Nesse dia foi proposto a turma a montagem de um vulcão que fazia parte do conteúdo estudado por eles. O aluno da foto trouxe um vulcão mas não conseguiu fazer com que a "lava" saísse e isso fez com que ele ficasse muito triste e achando que não tinha conseguido. Eu fui la e falei para ele que so o fato dele ter tentado fazer já era o suficiente para mostrar o interesse dele. Da tristeza no rosto dele, apareceu um lindo sorriso que simplesmente me fez ganhar o dia. A sala de aula é o melhor ensinamento para um estudante de licenciatura, pois a prática vai muito além do que a teoria nos ensina. O chão da sala de aula é o nosso melhor professor.

#CiênciaEShow
#EstagioSupervisionado

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)



Durante a década de 1990, diversas iniciativas curriculares foram instituídas no Brasil. Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental foram os primeiros a ser definidos pelo Ministério da Educação (MEC) e a virem a público no final de 1995, quando uma versão preliminar foi encaminhada para consulta e avaliação a professores e acadêmicos de várias instituições do país
Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual. Por sua natureza aberta, configuram uma proposta flexível, a ser concretizada nas decisões regionais e locais sobre currículos e sobre programas de transformação da realidade educacional empreendidos pelas autoridades governamentais, pelas escolas e pelos professores. Não configuram, portanto, um modelo curricular homogêneo e impositivo, que se sobreporia à competência político-executiva dos Estados e Municípios, à diversidade sociocultural das diferentes regiões do País ou à autonomia de professores e equipes pedagógicas.
Esses parâmetros abrangem tanto a rede pública, como a rede privada de ensino, conforme o nível de escolaridade dos alunos. Sua meta é garantir aos educandos o direito de usufruir dos conhecimentos necessários para o exercício da cidadania. Embora não sejam obrigatórios, os Parâmetros Curriculares Nacionais servem como norteadores para professores, coordenadores e diretores, que podem adaptá-los às peculiaridades locais. Os Parâmetros Curriculares Nacionais nada mais são do que uma referência para a transformação de objetivos, conteúdos e didática do ensino.
Em suma, os Parâmetros Curriculares Nacionais devem fazer parte do cotidiano da prática pedagógica, sendo transformados continuamente pelo professor. Com isso, cabe aos Parâmetros Curriculares Nacionais a tarefa de rever objetivos, conteúdos, formas de encaminhamento das atividades, expectativas de aprendizagem, maneiras de avaliar, além da orientação dos professores para estes elaborarem um planejamento que possa, de fato, orientar seu o trabalho em sala de aula. Tudo para posicionar os educadores como agentes essenciais nessa grande empreitada que é o processo educacional.
A construção dos Parâmetros significou um passo considerável em se tratando de seleção de conteúdos válidos nacionalmente. No entanto, essa iniciativa gerou muitas críticas, principalmente em se tratando da falta de participação e atuação das escolas na escolha dos conteúdos e das metodologias de ensino e aprendizagem.
Outro documento de muita importância para a educação é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que se trata de um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). Referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e das propostas pedagógicas das instituições escolares, a BNCC integra a política nacional da Educação Básica e vai contribuir para o alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à elaboração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação.
Referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e das propostas pedagógicas das instituições escolares, a BNCC integra a política nacional da Educação Básica e vai contribuir para o alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à elaboração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação.
A LDB deixa claros dois conceitos decisivos para todo o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular: as competências e diretrizes são comuns, os currículos são diversos. O segundo se refere ao foco do currículo. Ao dizer que os conteúdos curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas dos conteúdos mínimos a ser ensinados. Essas são duas noções fundantes da BNCC.
Ao adotar esse enfoque, a BNCC indica que as decisões pedagógicas devem estar orientadas para o desenvolvimento de competências. Por meio da indicação clara do que os alunos devem “saber” (considerando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e, sobretudo, do que devem “saber fazer” (considerando a mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho), a explicitação das competências oferece referências para o fortalecimento de ações que assegurem as aprendizagens essenciais definidas na BNCC.
Quando comparamos os Parâmetros Curriculares Nacionais com Base Nacional Comum Curricular podemos ver que uma das diferenças é que os parâmetros curriculares nacionais (PCN) são “recomendações” de normas para as escolas e professores seguirem, cujas normas não são reforçadas pela lei. Por outro lado, a Base Nacional Comum Curricular é um conjunto de normas que as escolas e professores são obrigados a seguirem, estas, por sua vez, são reforçadas pela lei. Talvez a maior diferença entre estes dois documentos (PCN e a Base Curricular) seja o ponto em que os parâmetros traziam orientações mais generalizadas, diferente da Base, que mostra o que deve ser ensinado em cada ano escolar, o que pode auxiliar no trabalho docente e no direcionamento daquilo que se pretende ensinar na escola.
A construção dos currículos de acordo com a Base Nacional Comum Curricular será de responsabilidade das escolas. O MEC dará um apoio técnico para as instituições de todo o Brasil para que os currículos sejam adequados de acordo com o que é apresentado pela Base. As secretarias de educação municipais e estaduais vão indicar pontos importantes do contexto e da realidade locais que podem e devem ser considerados no currículo. Lembrando que a Base não tem o objetivo de apontar como as habilidades e competências serão desenvolvidas, mas sim quais são essenciais.
Com a aprovação da BNCC, a Secretaria de Educação de cada estado tem a liberdade de incluir em seus currículos alguns conteúdos específicos indispensáveis em relação ao contexto daquela região, formando o que se chama de uma base diferencial. A BNCC não consiste em um currículo, mas um documento norteador e uma referência única para que as escolas elaborem os seus currículos.
É defendido que o documento final da Base Curricular Comum Nacional não deva ser a única referência para as escolas. É preciso, tanto em sua construção como em sua implementação, ouvir o que professores, estudantes e comunidade, pensam desse processo. Nesse sentido, torna-se absolutamente necessário pensar num Projeto Político-Pedagógico que possa dialogar com a Base Curricular e suas possíveis inovações, garantindo o direito e a valorização da intervenção de todos nessa construção que fundamenta a educação Nacional.
É importante lembrar que desde os PCNs, esperava-se ter uma referência, de natureza comparativa para se saber o que as escolas estão ensinando e o que as crianças estão de fato aprendendo, além dos motivos que levam às defasagens de aprendizagem, sobretudo em relação ao que se espera dos alunos nos diferentes níveis escolares e nas idades correspondentes.
No contexto de Maracanaú, o Plano Municipal de Educação (2012-2021), documento norteador das ações e políticas educacionais do município, é pautado em três princípios básicos: a educação como direito de todos; a educação como fator de promoção social; a educação como estratégia para o desenvolvimento local e regional (MARACANAÚ, 2013).
a Base Curricular do Município de Maracanaú se constitui no conjunto de princípios e diretrizes que balizam as políticas educacionais implementadas no âmbito da referida rede, no sentido de reafirmar o trabalho educativo desenvolvido, buscando atender as especificidades dos sujeitos em seus diferentes percursos formativos - a criança, o jovem, o adulto, bem como de referenciar programas e projetos educativos voltados à formação e o exercício pleno da cidadania, considerando a diversidade de organizações curriculares, de espaços/tempos e dinâmicas escolares.
Realizados os ajustes, o documento foi transformado na Base Curricular de Maracanaú (BCM) e encaminhado ao Conselho Municipal de Educação, para a o seu trâmite regular, que, em geral, percorre uma série de audiências públicas e debates junto aos diversos segmentos da comunidade educativa (professores, servidores, gestores, pais, escolas da rede privada e entidades da sociedade civil), com finalidade de receber contribuições para, por fim, ser objeto de deliberação pelo Colegiado daquele órgão normativo.
Assim, a BNCC, esta BCM e as diretrizes curriculares diversas ficam interligadas, sendo elementos indispensáveis para melhorar a aprendizagem, que é mensurada de forma quantitativa através do IDEB. Nessa perspectiva, todos os currículos precisam ser elaborados a partir dessas normas, consideradas como um conjunto de direitos e objetivos de aprendizagem, conforme estabelece a estratégia 2.2 do Plano Nacional de Educação (PNE).



REFERÊNCIAS:


BONAMINO, A.; MARTÍNEZ, S. A. Diretrizes e parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental: a participação das instâncias políticas do estado.  Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 80, setembro/2002, p. 368-385.

ARAUJO, T. de F. Diferenças Entre Diretrizes Curriculares Nacionais E Parâmetros Curriculares Nacionais. Universidade Federal de Goiás, Goiania, dezembro/2015.

Prefeitura Municipal de Maracanaú; Secretaria de Educação. Proposta De Base Curricular De Maracanaú. Maracanaú/2018.

CÂNDIDO, R. de K.; GENTILINI, J. A. Base Curricular Nacional: reflexões sobre autonomia escolar e o Projeto Político-Pedagógico. RBPAE - v. 33, n. 2, p. 323 - 336, mai./ago. 2017.













quarta-feira, 6 de junho de 2018

Últimos eventos geológicos ocorridos no Estado do Ceará




Quando falamos em terremotos logo pensamos em grandes desastres e muitas mortes, mas precisamos saber o por que deles acontecerem. Sismo, também chamado de abalo sísmico, tremor de terra, terremoto (português brasileiro) ou terramoto (português europeu), é o resultado de uma súbita liberação de energia na crosta do planeta Terra, geralmente por conta do choque entre placas tectônicas, o que cria ondas sísmicas. A sismicidade ou atividade sísmica de uma área refere-se à frequência, tipo e tamanho dos terremotos registrados ao longo de um período de tempo na região. A maior parte dos sismos ocorrem nas fronteiras entre placas tectônicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos.
As placas tectônicas são grandes blocos que fazem parte da camada sólida externa do planeta Terra, responsável por sustentar os oceanos e continentes. Quando o magma da Terra se movimenta em seu interior, as placas principais empurram as outras, que alteram alguns milímetros e modificam em partes alguns cenários da Terra. Elas estão localizadas na camada da Terra chamada de litosfera. Quando há o encontro dessas placas, uma enorme quantidade de energia fica acumulada nas rochas, tendo um poder semelhante à bombas atômicas. Quando essas cargas são liberadas, ocorrem os terremotos. Já nos oceanos, podem ocasionar no surgimento de vulcões, por exemplo. O Brasil se encontra em uma posição privilegiada pois estamos localizados no meio de uma placa tectônica.
A manifestação das falhas geológicas costuma ocorrer em localidades próximas ao encontro entre duas placas tectônicas distintas, mas também pode se manifestar em zonas continentais internas. É o caso, por exemplo, da falha de Samambaia, a maior do Brasil, com uma extensão de 38 km por 4 km de largura, recobrindo os territórios de vários municípios do interior do Rio Grande do Norte, provocando eventuais abalos sísmicos na região.
Em outubro de 2017 a cidade de Cascavel, Região Metropolitana de Fortaleza, um tremor de terra, sentido principalmente nas cidades vizinhas, Pacajus e Chorozinho. Segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) o tremor atingiu a magnitude 3,0. De acordo com o coordenador do laboratório, professor Aderson Nascimento, o epicentro ocorreu na cidade de Cascavel. O que epicentro aconteceu no município de Cascavel perto de Chorozinho.
Outro tremor também em 2017 aconteceu no município de Santana do Acaraú, no noroeste do Ceará, a 270 quilômetros de Fortaleza, os tremores de terra atingiram distritos da zona rural e a zona urbana da cidade. De acordo com o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), foram registrados dois abalos sísmicos: o primeiro às 5h46 da manhã, de magnitude estimada em 2.7 na escala Richter, e o segundo às 8h43, de 1.8. O LabSis ainda não tinham informações precisas sobre o epicentro dos tremores, pois as informações preliminares foram coletadas de estações sismográficas distantes de Santana do Acaraú. As estações de Sobral e Morrinhos, mais próximas de onde houve os abalos, não estavam acessíveis via internet.
Recentemente em maio desse ano a cidade de Palhano, no interior do Ceará, registrou um tremor de terra de magnitude 2,8 graus. Atividades sísmicas em Palhano são registradas desde 1988 e teve seu período de máxima atividade em outubro de 2017, tendo sido registrados pelo menos três eventos de magnitude acima de 4. Conforme o Laboratório de Sismologia, é possível que um novo ciclo de intensa atividade sísmica esteja se iniciando ou pode ser só uma atividade esporádica, de pouca duração.




quinta-feira, 19 de outubro de 2017

BIOLUMINESCÊNCIA DE FUNGOS: DISTRIBUIÇÃO, FUNÇÃO E MECANISMO DE EMISSÃO DE LUZ

BIOLUMINESCÊNCIA DE FUNGOS: DISTRIBUIÇÃO, FUNÇÃO E MECANISMO DE EMISSÃO DE LUZ

Anderson Garbuglio Oliveira
Departamento de Genética e Evolução, Universidade Federal de São Carlos, Rodovia João Leme dos Santos, km 110, 18052-780
Sorocaba – SP, Brasil
Rodrigo Pimenta Carvalho, Hans Eugene Waldenmaier e Cassius Vinicius Stevani*
Departamento de Química Fundamental, Instituto de Química, Universidade de São Paulo, CP 26077, 05599-970 São Paulo – SP,
Brasil
Recebido em 7/5/12; aceito em 20/8/12; publicado na web em 6/2/13

RESUMO


Bioluminescência, a emissão de luz fria e visível por seres vivos, é um fenômeno amplamente distribuído ao redor do mundo, sendo encontrada principalmente nos oceanos. Com relação à bioluminescência fúngica, existem diversos registros históricos sobre a emissão de luz de madeira e outros tipos de material celulósico em decomposição. Acredita-se que a principal função biológica da emissão de luz por fungos seja a de atrair insetos dispersores de esporos, o que ocorre em fungos não bioluminescentes, como em algumas espécies de fungos fétidos da família Phallales, que atraem moscas. O artigo tem como objetivo demonstrar o mecanismo de bioluminescência em fungos a partir das propostas de Dubois que demonstrou o primeiro exemplo de reação luciferina/luciferase, em 1885, através da preparação de dois extratos a partir dos órgãos luminosos do besouro Pyrophorus noctilucus, Airth e Foerster que realizaram diversos experimentos bioquímicos com o intuito de esclarecer o mecanismo de emissão de luz em fungos e Shimomura que relatou que extratos preparados com o fungo bioluminescente P. stipticus não emitiam luz, segundo o procedimento descrito por Airth e Foerster. Apesar dos diversos trabalhos sobre fungos bioluminescentes publicados nos últimos 50 anos, apenas modestos avanços foram feitos na investigação acerca do mecanismo de bioluminescência fúngica.

http://www.scielo.br/pdf/qn/v36n2/v36n2a18.pdf

quinta-feira, 16 de março de 2017

PLANEJAMENTO, MONTAGEM E APLICAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS PARA ABORDAGEM DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR NO ENSINO MÉDIO POR GRADUANDOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS


Este artigo relata o processo de construção e aplicação de modelos de baixo custo na área debiologia celular e molecular. O caráter microscópico das estruturas estudadas nos conteúdosdestas disciplinas torna a abordagem de ensino muitas vezes abstrata, dificultando o processode aprendizagem. Ao mesmo tempo, a falta de laboratórios ou equipamentos em muitasescolas compromete o ensino destas disciplinas. Neste contexto, estudantes do curso deciências biológicas da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) desenvolveram e aplicaramsete modelos em alunos do ensino médio, como material didático de apoio para a disciplinaBiologia. Os resultados foram bastante positivos tanto para os estudantes do ensino médio,quanto para a equipe de graduandos.





http://www.bioquimica.org.br/revista/ojs/index.php/REB/article/view/33

Estudos sobre autofagia das células abrem fronteiras para a medicina.

Autofagia é o processo pelo qual a célula consegue digerir seu próprio conteúdo. Pesquisadores concluíram que a autofagia não induz à morte e seria um mecanismo de sobrevivência das células. Sua função é digerir os componentes cel... - Veja mais em https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm?cmpid=copiaecolahttps://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm
Autofagia é o processo pelo qual a célula consegue digerir seu próprio conteúdo. Pesquisadores concluíram que a autofagia não induz à morte e seria um mecanismo de sobrevivência das células. Sua função é digerir os componentes cel... - Veja mais em https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm?cmpid=copiaecola
Autofagia é o processo pelo qual a célula consegue digerir seu próprio conteúdo. Pesquisadores concluíram que a autofagia não induz à morte e seria um mecanismo de sobrevivência das células. Sua função é digerir os componentes cel... - Veja mais em https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm?cmpid=copiaecola

Autofagia é o processo pelo qual a célula consegue digerir seu próprio conteúdo. Pesquisadores concluíram que a autofagia não induz à morte e seria um mecanismo de sobrevivência das células. Sua função é digerir os componentes cel... - Veja mais em https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm?cmpid=copiaecola
 A autofagia é o processo pelo qual a célula consegue digerir seu próprio conteúdo. Pesquisadores concluíram que a autofagia não induz a morte e seria um mecanismo de sobrevivência das células.




https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/biologia-estudos-sobre-autofagia-das-celulas-abrem-fronteiras-para-a-medicina.htm

Osmose em célula vegetal observada ao microscópio óptico

Vídeo relacionado à experimento para visualização de Osmose em célula vegetal (Elodea) ao microscópio óptico.



https://www.youtube.com/watch?v=5yzUyMZia50

quarta-feira, 15 de março de 2017

Tutorial para preparo de lâminas histológicas temporárias em Anatomia Vegetal - Método mais simples.


Tutorial de como se preparar lâminas histológicas de material botânico fresco para observação ao microscópio. Trata-se de uma técnica muito simples em Anatomia Vegetal, ensinada desde a coleta da amostra à observação ao microscópio. Para a demonstração, utilizou-se uma folha de espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata Prain., fam. Asparagaceae), por ser fácil de encontrar, de cortar, e por ter células e cloroplastos relativamente grandes (didáticos).

https://www.youtube.com/watch?v=Okv62oT1TQg







Animação - Funcionamento de um célula


 A animação mostra todo o funcionamento de uma célula.



https://www.youtube.com/watch?v=Plw1jZTT7cQ

Criado dispositivo vascular para testar células e acelerar deteção de doenças

Uma equipe internacional de investigadores criou um dispositivo que replica a contração e distensão dos vasos sanguíneos, permitindo acelerar a descoberta de doenças e responder a várias linhas de investigação associadas ao envelhecimento vascular.


https://www.rtp.pt/noticias/pais/criado-dispositivo-vascular-para-testar-celulas-e-acelerar-detecao-de-doencas_n988473

A cura da cegueira está próxima, afirmam cientistas russos.


Cientistas do Centro de Análises Clínicas de Medicina Físico-Química da Rússia (CAC MFQ) cultivam retina através da reprogramação de células; estudos na área ajudarão a curar a cegueira.


https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201612017023035-cura-cegueira-proxima-afirmam-cientistas-russos/

Métodos Opticos para estudo das células.

Para estudar as células podemos usar métodos ópticos e citoquímicos. Os primeiros permitem o exame morfológico dos componentes celulares, enquanto os segundos nos fornecem o conhecimento da composição de suas estruturas.

Para um maior aprofundamento veja o link abaixo:
 http://www.clickescolar.com.br/metodos-de-estudo-das-celulas.htm


Métodos para estudo de células


Os métodos de estudo das células tem avançando muito, principalmente com o avanço tecnológico que nos permitem ver com mais clareza todas as organelas que fazem parte de uma célula.
Os conhecimentos sobre as células progridem paralelamente ao aperfeiçoamento dos métodos de investigação. Inicialmente, o microscópio óptico possibilitou o descobrimento das células e a elaboração da teoria de que todos os seres vivos são constituídos por células.
Posteriormente foram descobertas técnicas citoquímicas que possibilitaram a identificação e a localização de diversas moléculas constituintes das células. Com o advento dos microscópios eletrônicos, que têm grande poder de resolução, foram observados pormenores da estrutura celular que não poderiam sequer ser imaginados pelos estudos feitos com o microscópio óptico.


 Abaixo segue o link para um maior entendimento.





http://www.zemoleza.com.br/trabalho-academico/biologicas/farmacia/metodos-para-estudo-das-celulas/